Atendimento para quem vive no exterior.

Experiência e acolhimento em português!

Iniciar o processo de psicoterapia geralmente é difícil porque sabemos que teremos que encontrar um profissional que nos acolha, que compreenda nossa demanda e que crie um bom vínculo. Se isso é difícil quando estamos no nosso país, na nossa cultura, imagina para quem está morando fora?! Muito mais complicado!  Estar longe do país de origem passa uma sensação maior de solidão.

Já foi comprovado que expressar o que sentimos na nossa língua materna tem um impacto maior em nossa saúde mental, pois é através dela que nos conectamos com nossas emoções, que fomos educados, que vivemos experiências importantes e que nossa realidade com o mundo foi construída. Por mais que sejamos fluente em outro idioma, há um distanciamento “afetivo” diferente no peso das palavras.

Venha falar comigo!

Eu entendo que estar em outro país, seja por realização de um sonho, oportunidade de emprego ou vida amorosa pode ser um período de alegrias, mas também de incertezas, insegurança, saudade do Brasil e dos familiares (das comidas, da cultura, do acolhimento, do clima e temperatura, etc).

Existem experiências que só quem esteve fora compreende, principalmente com relação às diferenças culturais e à solidão avassaladora que às vezes nos domina.

As sessões de psicoterapia podem te auxiliar com e essas e outras demandas da vida pessoal. Possuo experiência em atender pacientes que vivem no exterior, já atendi pessoas da Alemanha, Irlanda, França, Portugal, Canadá, Estados Unidos entre outros.

Os atendimentos para quem vive fora do Brasil possuem horário diferenciado, pois entendo a dificuldade de disponibilidade de outros profissionais e personalizo horários para meus pacientes se sentirem mais confortáveis. E aí, preparado para iniciar sua jornada de autoconhecimento com sua nova psicóloga?

Principais queixas dos brasileiros que vivem no exterior :
  • Diferenças culturais (modo de pensar, agir, falta de empatia) da nova sociedade;
  • Dificuldades com o idioma;
  • Saudades dos familiares, da comida, dos costumes, da temperatura e do clima;
  • Xenofobia;
  • Lidar com o estereótipo “Não tem problemas porque vive fora” ou “É rico” e ter as queixas invalidadas por familiares, amigos e colegas que ficaram no Brasil;
  • Adaptação profissional no novo país (normas, cultura organizacional demandas, leis, etc).

Agende comigo!

Venha iniciar seu processo de psicoterapia com quem é especializada. 

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Sou a secretária da Lígia.
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